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domingo, 13 de maio de 2012

Relato Reflexivo


Em primeiro lugar quero agradecer a todos os cursistas e a tutora que tiveram privilégio de participar deste curso. O curso foi muito importante para enriquecer e refletir sobre leitura e escrita em contexto digital, ele proporcinou-me conhecimento e habilidades em leitura e nas ferramentas da internet, além de auxiliar na minha prática pedaggica.
A maior dificuldade encontrada foi na realização e participação do blog, por isso venho agradecer alguns colegas de curso que me ajudaram na realização desta atividade.
Espero que haja a oportunidade e possibilidade de participar de outros cursos online, pois eles nos capacita e nos faz adiquirir novas amizades e trocas de experiências que ajuda ainda mais no desenvolvimento do meu trabalho no cotidiano escolar.

Terezinha Moraes Bueno Moreira

RELATO FINAL SOBRE O CURSO PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA CONTEMPORANEIDADE 2012

       Gostaria de compartilhar com todos, minha enorme satisfação em ter participado deste curso. 
    Acrescentei à minha formação enquanto professora coordenadora pedaggica, também formadora de professores, estratégias preciosíssimas através dos conteúdos abordados  nos mdulos e também através das trocas de experiências com todos os colegas sobre o como desenvolver qualitativamente o processo de leitura e escrita na escola.
      Outra experiência sensacional foi ter produzido textos para ser publicado em contexto digital, no caso,  compor o Blog de meu grupo que com muito zelo e presteza foi construído pelo colega José Eduardo e alimentado por mim e os demais cursistas.
       Acredito que ações com estas fazem toda a diferença para a melhoria da qualidade na educação, desde que, os interessados se encontrem dispostos ao aprendizado de novas metodologias, se empenhem durante todo o processo e procurem abstrair o que de melhor o curso pode oferecer.
      Certamente, incentivarei a toda a equipe de professores da escola a qual coordeno a participar das prximas edições, inclusive demonstrando e compartilhando com eles as boas práticas aqui adquiridas.
       Meu muito obrigado a todos os colegas de grupo, a tutora pela condução das atividades e aos demais cursistas pelas colaborações riquíssimas.

Roseli de Oliveira Garcia

Relato Reflexivo

Sempre preocupado com a minha formação continuada, não deixaria de participar de outro curso disponibilizado pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, ainda mais sendo na modalidade à distância, que me levasse a experimentar o contato com áreas do conhecimento que não fosse aquela na qual tenho especialização.
A possibilidade de utilização de novas tecnologias de comunicação e informação, conhecer como se desenvolveria, corretamente, a linguagem e a escrita dentro de um contexto digital e ainda exercitar as diferentes capacidades e competências leitoras e de produção de textos e de linguagens, fazendo uso de diferentes gêneros textuais, foram alguns dos fatores que me motivaram a participar do curso e recomendá-lo aos professores com os quais mantenho contato diariamente.
Vivi uma experiência única ao construir de maneira corporativa o blog do meu grupo. Ficou mais do que comprovado que existem e devem ser realizados projetos envolvendo professores de todas as áreas do conhecimento.  Cada um contribuiu com os seus saberes e vivências, chegando a um produto final de excelência onde todos puderam opinar e aprender com os demais.
A partir do que foi aprendido neste curso, algumas experiências poderão ser levadas aos nossos alunos e provavelmente eles também terão outra visão sobre a leitura e a escrita, independentemente de qual disciplina se trata.   


José Eduardo da Silva

segunda-feira, 23 de abril de 2012


Interrogatório policial

      Após a chegada das polícias militar e técnica e da retirada do corpo pelo IML, precisei comparecer à delegacia, atendendo a um chamado do delegado de polícia.
      Fui conduzido a uma sala com vários arquivos onde havia uma mesa grande ao centro e outra menor no canto que servia de apoio para um computador e uma impressora. A mesa maior era ocupada pelo delegado, enquanto que à mesa do canto, estava sentado um escrivão.
      Pediram que me sentasse e ficasse tranquilo, pois aquilo era apenas para tomada de informações.
      Na primeira parte o interrogatório, fui perguntado sobre meu local de residência, meios de vida ou profissão, lugar onde exercia minha atividade, vida pregressa, se já havia sido preso ou processado alguma vez e outros dados familiares e sociais.
      Em um segundo momento, o delegado pediu que eu relatasse o que havia feito aquela manhã, antes de encontrar o cadáver. Disse a ele teria levantado por volta das sete horas e quinze minutos, que estava fazendo minha higiene pessoal quando ouvira a campainha e depois de caminhar em direção à porta, destrancá-la e abri-la, encontrara uma pessoa caída no chão, próxima da porta. Não havia mais ninguém no corredor e que com o dedo teria tocado o corpo constatando que estava rígido e frio o que me levou telefonar rapidamente para a central de polícia.
      Na sequência fui questionado pelo delegado se não teria ouvido algum som estranho ou discussão no corredor e se havia marcas de sangue pelo chão ou paredes e se não percebi indícios de luta corporal. Minha resposta foi negativa para todas as questões, explicando novamente que estava no banheiro e que ouvira apenas o som da campainha.
      Por último o delegado me perguntou se eu conhecia o falecido ou se já o teria visto alguma vez. Como novamente minha resposta foi de negação, apenas assinei o depoimento que foi digitado pelo escrivão. Em seguida fui dispensado pelo delegado e este me falou que talvez enviasse nova intimação para eu prestar mais declarações.

domingo, 22 de abril de 2012


Interrogatório Policial

(By Teresinha Moreira – 21/04/2012)

Numa tarde chuvosa e fria, recebi uma intimação para comparecer a delegacia de polícia para ser interrogada pelo delegado senhor Dagoberto, para responder a todas as perguntas sobre um crime assustador ocorrido na noite de sexta feira treze do mês de Agosto de 2010. Ao chegar a delegacia fui convidada a entrar na sala do delegado, onde havia duas mesas, uma ocupada pelo Delegado de Polícia Dagoberto e o Escrivão de Polícia, o senhor Juarez.

O senhor Dagoberto deu ordem para que eu sentasse e iniciou o interrogatório.

Dagoberto: Boa tarde senhora Terezinha, posso começar a fazer algumas perguntas? A senhora está preparada para ser interrogada?

Terezinha: Boa tarde senhor delegado, pode começar a me interrogar.

Dagoberto: O que a senhora estava fazendo na madrugada de sexta feira dia 13 de Agosto?

Terezinha: Senhor delegado, eu estava com muita insônia nesta noite, afinal era sexta feira e estava muito apreensiva, pois meu filho estava para chegar de um voo de Angola, então ao me levantar para ir ao banheiro às cinco horas e quarenta minutos, escutei alguns ruídos no quintal da minha residência.

Dagoberto: Você sabe explicar esses ruídos?

Terezinha: Parecia ser passos doutor.

Dagoberto: E por que a senhora não tomou nenhuma outra atitude?

Terezinha: Até que terminasse minha higiêne pessoal, percebi que silenciou o barulho, então resolvi ir até a porta da minha residência para ver o que havia acontecido, afinal a curiosidade tomou conta de mim, percebi que não havia mais ninguém no corredor.

Dagoberto: Então, o que você viu?

Terezinha: Quando abri a porta da minha casa, havia um homem morto na soleira da minha porta, todo ensanguentado.

Dagoberto: Como você sabia que ele estava morto?

Terezinha: Senhor delegado, com muito cuidado para não se contaminar, coloquei o dedo em seu corpo e percebi que ele estava frio e rígido, então vi que era um cadáver,

Dagoberto: E o que fez?

Terezinha: Corri para o telefone e disquei para a polícia, que veio imediatamente e encaminhou o corpo para o IML.

Dagoberto: Só isso que aconteceu naquela noite?

Terezinha: Sim doutor, é só o que eu tenho a dizer?

Dagoberto: Dona Terezinha, por hoje serão apenas estas perguntas, mas peço que permaneça na cidade, se precisar viajar peça autorização, pois precisarei interrogá-la novamente, caso não ache o suspeito, a senhora é a primeira suspeita do crime.

Terezinha: Senhor Dagoberto, o senhor acha que eu seria capaz de marta aquele homem?

Dagoberto: Não disse nada, por enquanto são só hipóteses. A senhora já está dispensada.

Então sai da delegacia, aflita, pois nunca tinha me deparado com uma situação tão aterrorizante na minha vida, jamais vou esquecer aquela noite de sexta feira treze do mês de agosto, em que encontrei um cadáver na soleira da minha porta.



Interrogatório Policial

(By Roseli Garcia – 22/04/2012)

Entra o homem na delegacia para prestar seu depoimento ao delegado, enquanto o escrivão registra as informações coletadas pelo delegado.

Delegado: seu nome completo, endereço e profissão,  por favor.

Depoente: Epaminondas Abelardo Barbosa, Rua das Azaleias nº 71 apartamento 35, Bloco B, Jd das Esmeraldas. Sou Fotógrafo.

Delegado Pimenta: O que o senhor fez na noite do dia 13 de abril de 2005, noite anterior ao crime?

Sr. Epaminondas: cheguei do trabalho por volta das 19:00 horas, tomei um banho, fui assistir ao telejornal enquanto esperava por uma pizza que chegou por volta das 22:00 horas. Após o jantar, me preparei para dormir, pois teria uma longa jornada de trabalho no dia seguinte.

Delegado Pimenta: A que horas o senhor acordou no dia seguinte e o que aconteceu até o momento em que o senhor se deparou com o cadáver?

Sr. Epaminondas: Acordei por volta das 6:00 horas e comecei a realizar minha higienização, conforme meu costume, quando ouvi a campainha. Surpreso, pelo horário, cautelosamente, abri a porta. Qual foi minha surpresa de encontrar um homem caído no chão. Apavorado olhei aos arredores, mas não vi ninguém, abaixei-me, toquei no corpo e percebi que já estava sem vida. Imediatamente, liguei para a polícia.

Delegado Pimenta: O senhor conhecia a vítima?

Sr. Epaminondas: infelizmente, sim. Era um colega de faculdade que por uma questão de ética, nos mantivemos afastados.

Delegado Pimenta : Sr Epaminondas, esclareça o porquê de terem se afastado.

Sr. Epaminondas: Éramos quatro amigos, tínhamos um projeto de faculdade que poderia tornar revolucionária a indústria do mundo cinematográfico. Este projeto consistia em utilizar imagens holográficas em três dimensões que interagiria com o público como se realmente estivessem conversando. Estávamos na fase final do projeto quando Romildo descobriu que Adalberto, outro dos quatro amigos, havia roubado parte do plano do projeto e vendido para uma empresa cinematográfica em Hollywood. A questão foi que Romildo tentou chantagear Adalberto, pedindo parte do dinheiro que recebera para não levá-lo à prisão. Acuado, Adalberto precisava arrumar um jeito para que Romildo não o entregasse, nem tivesse acesso às informações que estavam em seu poder. Há dias, Adalberto entrou  em contato comigo pedindo para que eu guardasse em meu cofre um envelope que continha um fita cassete, um cartão de memória e um bilhete endereçado a mim, pedindo desculpas pelos erros que cometera e com o número da conta de um banco nas Ilhas Cayman.

Roney, nosso outro amigo, no dia seguinte, curiosamente, ligou em meu celular perguntando se Adalberto havia me entregado algo. Tentei ser evasivo, mas confesso que, por ter sido pego de surpresa, tenho dúvidas se fui realmente convincente pela resposta negativa que dei.

Delegado Pimenta: como o senhor explica o fato da vítima ter sido colocada na soleira de seu apartamento?

Sr. Epaminondas: parece que está sendo feita uma trama para me incriminar, pois eu saindo de cena, o caminho fica livre para quem quer chegar às informações que recebi, consequentemente ao dinheiro. Adalberto, infelizmente, foi apenas a primeira peça desse jogo.

Delegado Pimenta: por que o Sr. acha que seu amigo Adalberto lhe procurou para entregar estes documentos e não um dos outros três?

Sr. Epaminondas: acredito que o fato de eu ter me afastado deles, fez com que confiasse mais em mim que nos outros, provavelmente.

Delegado Pimenta: o senhor declara que não tem nada a ver com este crime?

Sr. Epaminondas: sim, senhor, declaro!

Delegado Pimenta: por hora, vou dispensar o senhor, mas, não saia da cidade sem minha autorização. Se o Sr. desobedecer, automaticamente, o porei na lista de suspeitos, tenha uma boa tarde.

Sr Epaminondas deixa a delegacia com ar de preocupação.

Delegado Pimenta comenta com seu escrivão: “esta história não está bem contada, esse cara vai me dar trabalho!”

Elementos Constituintes do Gênero Interrogatório


Conteúdo temático
Forma composicional
Estilo
*       Crítica a acontecimentos políticos, econômicos e sociais, da cidade, do país e do mundo.
*       Texto verbo-visual (colorido ou em preto-e-branco).
*       Cena única ou dividida em dois momentos.
*       Título e balões de fala (não obrigatoriamente).
*       Caricaturas e imagens metafóricas.
*       Frases de efeito.
*       Ironia.

Como parte integrante do módulo 3 deste curso, devíamos, nós cursitas, baseados em uma sequencia de ações, elaborarmos um interrogatório.

Confiram esta sequencia a seguir  e também os interrogatórios por nós elaborados!


sábado, 14 de abril de 2012

Acredito que uma boa prática de leitura  e escrita, enriquecendo o vocabulário e o conhecimento de forma geral, é a resolução de palavras cruzadas.


                                      José Eduardo